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PPP Summit 2016

08 e 09 de junho - São Paulo - Hotel Meliá Paulista

SOBRE O FÓRUM



O PPP Summit 2016 emerge em um momento de muitas mudanças. Quem diria que, em 2016, seria reduzida a participação dos grandes grupos originários da indústria da construção no desenvolvimento de novos projetos de PPP? Tais grupos, de algum modo, moldaram grande parte dos projetos de PPP no Brasil. São perfis de projetos com grande enfoque na construção, que deixaram a operação e o atendimento ao usuário final em segundo plano. Pode parecer equivocado, mas, olhando para trás, a experiência brasileira com PPPs foi definida com base no mero apetite por novas obras.

Essa circunstância gerará consequências negativas por alguns anos mais, pois um contrato de PPP tem que fazer sentido no longo prazo. Logo, o seu sucesso não está alinhado ao término da fase de construção. Nesse contexto, já foi possível observar alguns projetos “desabando” nos últimos meses, como, por exemplo, o Centro Administrativo do Distrito Federal e a Arena Pernambuco. Esses projetos flertam com o conceito de “elefantes brancos” e, quem sabe, poderão ser definitivamente consolidados enquanto exemplos do que não deve ser feito.

Estamos em um momento importante: é muito provável que, durante 2016, seja alcançada a marca de 100 contratos de PPP já assinados no Brasil. Será inescapável entendermos o que essa experiência nos revela, sob pena de que, nos próximos anos, as PPPs estejam estigmatizadas como modelos de contratação que não implicam gasto público de qualidade. O dever de desenvolver interpretações que sejam intelectualmente honestas sobre o passado e que ao mesmo tempo possam iluminar o futuro é um dever de todos que acreditam que as PPPs podem gerar valor para o poder público, para a iniciativa privada, para o usuário e para o cidadão.

Foi possível observar no último ano um crescimento do uso das PPPs em municípios de menor porte, alguns deles localizados em Estados com pouca tradição no tema. A experiência com PPPs descentraliza-se sem que haja consensos técnicos e culturais mínimos entre os condutores dessa experiência. É grande o risco de que percepções negativas e equivocadas sobre as PPPs possam se disseminar.

O PPP Summit é um pequeno esforço diante do grande desafio de construir consensos entre membros de uma comunidade de profissionais do setor público e da iniciativa privada que têm poucos momentos para trocar percepções sobre seus trabalhos e obstáculos.

Na quarta edição do PPP Summit, esperamos poder interpretar e forjar alguns consensos mínimos para que os próximos anos sejam mais frutíferos no campo das PPPs, principalmente na atual conjuntura, em que a comunidade de interessados se alarga e o espaço para incorporar visões frescas sobre o tema também parece aumentar.

Desejamos a todos um ótimo evento!

 

Bruno Ramos Pereira
Coordenador - PPP Brasil | Sócio - Radar PPP


Vinnicius Vieira, MSc
Knowledge Officer - Hiria


Eixos temáticos

  • As PPPs “saíram de moda” ou simplesmente alcançaram um patamar de normalidade?

  • Balanço dos projetos iniciados em municípios em 2015

  • Por que não temos mais PPPs de saúde e educação?

  • Como era desenvolver PPPs em 2006?

  • Por que alguns contratos de PPP não funcionaram como se esperava?

  • É possível perceber alguma novidade no mercado?

  • Capital próprio e de terceiros: de onde vem o dinheiro para os novos projetos de PPP?

  • Quais são os maiores desafios para as PPPs nos próximos 12 meses?




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QUEM ESTARÁ PRESENTE


  • Unidades de PPP
  • Secretarias setoriais, como Saúde, Educação, Saneamento, Serviços Públicos
  • Construtoras e concessionárias
  • Empresas de tecnologia e equipamentos
  • Instituições financeiras